Jovem para Sempre? Os desafios da nova geração da harmonização facial.

Recentemente a atriz Brasileira comentou em suas redes sociais que o perfil do envelhecimento da sociedade moderna está mudando, afirmando que a faixa dos 50 anos corresponde a antiga faixa dos 30 anos.

Esta afirmação está pautada no fato da população ativa se manter ativa no mercado por muito mais tempo do que costumava acontecer em tempos passados.

Mas não adianta a disposição em dia e o rostinho na frente do espelho denunciar a real idade, e é nesse novo contexto que a nova harmonização facial vem evoluindo diariamente.

Os procedimentos de preenchimento de tecidos moles aumentaram dramaticamente em popularidade, permitindo resgatar os volumes perdidos durante o processo de envelhecimento da face. (Lee, 2016).

Goldberg (2018) afirma que a perda de volume facial e suporte de tecido mole são comuns a tipos de envelhecimento facial. A restauração de uma aparência jovem depende da correção dessa perda, podendo ser alcançada com a uma aplicação bem planejada de ácido hialurônico ou Bioestimuladores.

A primeira leva de harmonizações com foco no rejuvenescimento direcionou muito a técnica para a exclusividade da utilização do ácido hialurônico, e a aplicação com grandes volumes acabou gerando resultados inestéticos e até mesmo uma aversão a técnica, sendo chamada na mídia de desarmonização facial.

Para atender a demanda crescente da nova sociedade moderna, os procedimentos induzem o profissional a aprofundar conhecimentos sobre as diversas técnicas validadas, diferenciando nos mecanismos de ação. Cada técnica pode abordar o envelhecimento facial envolvendo a perda de colágeno, deslocamento e atrofia de gordura, e relaxamento muscular dentre outros problemas.

Meng (2022) foi categórico na sua revisão bibliográfica em afirmar que a combinação desses tratamentos pode fornecer aos pacientes planos de tratamento razoáveis, abrangentes e personalizados.

Portanto, hoje não basta apenas volumizar, é fundamental firmar, iluminar o tecido e devolver a funcionalidade fisiológica da pele, esta é a nova era que nasce na harmonização, a era de resultados mais naturais e sustentáveis.

Bibliografia:

Johnson C Lee , Z Paul Lorenc. Synthetic Fillers for Facial Rejuvenation. Clin Plast Surg. 2016 Jul;43(3):497-503.

David J Goldberg, Lawrence M Bass, Rebecca Fitzgerald, Miles H Graivier, Z Paul Lorenc. Expanding Treatment Options for Injectable Agents. Aesthet Surg J. 2018 Apr 6;38(suppl_1):S1-S7.

Rafael Ferreira

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